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28/04/2017

Receita líquida da IRANI cresce 2,1% no 1º trimestre de 2017 e atinge R$ 195 milhões, com melhor performance de vendas no mercado interno

Porto Alegre, 28 de abril de 2017 – A Celulose Irani, uma das principais indústrias brasileiras dos segmentos de Papel para Embalagens e Embalagem de Papelão Ondulado, registrou no 1º trimestre de 2017 um crescimento de 2,1% da receita líquida em relação ao 1T16, atingindo R$ 195 milhões. O resultado reflete principalmente a melhor performance de preços e volumes das vendas no mercado interno e a redução da receita no mercado externo em função da queda do dólar. Na comparação com o 4T16, a receita líquida da Companhia se manteve estável.

Responsável por 65% da receita líquida no 1T17, o segmento Embalagem de Papelão Ondulado teve aumento de 4,2% no volume de vendas quando comparado ao 1T16, em um total de 45,3 mil toneladas. Na mesma comparação de períodos, a Associação Brasileira de Papelão Ondulado (ABPO) registrou aumento de 5,2% na expedição em toneladas de papelão ondulado. Já em relação ao 4T16, enquanto o Mercado ABPO manteve-se estável, o Mercado IRANI registrou 4,5% de crescimento. No segmento de Papel para Embalagens, que representou 27% da receita líquida da IRANI, o volume de vendas atingiu 21,4 mil toneladas, com alta de 6,3% em relação ao 1T16. O segmento Florestal RS e Resinas registrou queda de 13,7%, alcançando 3,5 mil toneladas.

O lucro bruto do 1T17 teve redução de 21,3% em relação ao 1T16 e de 14,6% quando comparado ao 4T16. O resultado reflete a variação do valor justo dos ativos biológicos, negativa neste trimestre e positiva nos trimestres comparativos (1T16 e 4T16).

O resultado líquido foi negativo em R$ 14,1 milhões no 1T17, em comparação a R$ 1,7 milhão negativo no 1T16 e R$ 5,0 milhões negativos no 4T16. Além da variação do valor justo dos ativos biológicos, já evidenciada na diminuição do lucro bruto, o aumento das despesas financeiras está entre os principais fatores que impactaram no resultado líquido.

O EBITDA ajustado no 1T17 foi apurado em R$ 29,3 milhões, com redução de 16,4% em relação ao 1T16. Quando comparado ao 4T16, porém, houve aumento de 51,3%, impulsionado pela redução do custo das Aparas de Papelão Ondulado a valores próximos das suas médias históricas em relação aos preços mais elevados praticados pelo mercado no final de 2016 e pelo maior volume de vendas no mercado interno.

O indicador dívida líquida/EBITDA foi de 4,46 vezes em março de 2017. Excluindo da dívida líquida a variação cambial registrada como hedge accounting, a relação dívida líquida/EBITDA seria de 3,83x.

Nos três meses iniciais de 2017, as despesas administrativas tiveram queda de 11,2% na comparação com o 1T16 e chegaram a R$ 12.806 mil, o que representa 6,6% da receita líquida consolidada.  O resultado está relacionado aos programas de redução de custos implementados pela Companhia durante o ano de 2016, que geram os primeiros efeitos.

Sobre a Celulose Irani - Fundada em 1941 e controlada desde 1994 pelo Grupo Habitasul, tradicional Grupo Empresarial da Região Sul do País, a Celulose Irani é hoje uma das líderes do setor de Embalagens de Papelão Ondulado no Brasil, além de ser referência no setor de Papel para Embalagens (rígidas e flexíveis).

Com produção integrada, florestas próprias, energia autogerada e máquinas e equipamentos constantemente atualizados, a IRANI produz papéis para embalagens, chapas e embalagens de papelão ondulado, resinas de pinus, breu e terebintina, assegurando o fornecimento de produtos de matéria-prima renovável com alta qualidade e competitividade.

A Celulose Irani possui seis unidades de negócios: Papel para Embalagens – Vargem Bonita (SC) e Santa Luzia (MG), Embalagem PO – Vargem Bonita (SC), Indaiatuba e São Paulo (SP) e Resinas – Balneário Pinhal (RS), além de florestas em Santa Catarina e Rio Grande do Sul, e escritórios em Porto Alegre (RS) e Joaçaba (SC). Empresas controladas pela IRANI: Habitasul Florestal S.A., HGE – Geração de Energia Sustentável S.A. e Irani Geração de Energia Sustentável Ltda (que estão em fase de avaliação de projetos eólicos para implementação) em Porto Alegre (RS) e Iraflor Comércio de Madeiras Ltda em Vargem Bonita (SC).

 

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