Irani

Inovação Aberta

A IRANI mantém um programa sistematizado de gestão de parcerias com universidades, clientes, fornecedores, concorrentes e Institutos Científico-Tecnológicos (ICTs) com o objetivo principal de gerar a inovação tecnológica de forma aberta.

Para isso utiliza-se dos conceitos de Chesbrough. Veja também quais são as nossas parcerias de destaque.


Chesbrough define o conceito de Open Innovation:

“o uso intencional dos fluxos internos e externos de conhecimento para acelerar a inovação interna e aumentar os mercados para uso externo das inovações, respectivamente. O Open Innovation é um paradigma que assume que as empresas podem e devem usar ideias externas assim como ideias internas, e caminhos internos e externos para alcançar o mercado, enquanto elas desenvolvem suas tecnologias”.

CHESBROUGH, H. Open Innovation The New Imperative for Creating and Profiting from Technology, Harvard Business Scholl Press, 2003.

Henry Chesbrough é o criador do termo Open Innovation - graduou-se na Universidade de Yale, é Ph.D. em administração de empresas pela Universidade da Califórnia em Berkeley, cursou MBA na Universidade de Stanford e foi professor de Harvard. Atualmente leciona na Haas School of Business da Universidade da Califórnia . Berkeley, onde é diretor-fundador executivo do Center for Open Innovation.

Imagem do case Parcerias em Destaque

Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária)

Projeto “O macaco-prego (Cebus nigritus, Cebidae, Mammalia) e as plantações comerciais de Pinus spp.: o problema, suas causas e propostas de manejo”. Embrapa Florestas & Dieter Liebsch;

Projeto “Levantamento florístico e fitossociológico nas propriedades da Celulose Irani S.A.”. Embrapa Florestas & Dieter Liebsch;

Projeto “Inventário quali-quantitativo da avifauna nas propriedades da Celulose Irani S.A.”. Embrapa Florestas & Leonardo R. Deconto;

Projeto “Diversidade de mamíferos nas propriedades da Celulose Irani S.A.”. Embrapa Florestas & Gledson V. Bianconi.

FURB (Fundação Universidade Regional de Blumenau)

Estudo de alternativas para a minimização da influência do cultivo de Pínus spp. na biodiversidade catarinense. Neste projeto, em andamento, propõe-se encontrar respostas a algumas das questões mais cruciais que poderão contribuir com medidas futuras para o controle da disseminação espontânea. Além disso, as informações coletadas servirão também para subsidiar a política catarinense de espécies exóticas invasoras, que atualmente encontra-se em fase inicial de discussão. Este projeto possui financiamento da Fapesc.

IEL (Instituto Euvaldo Lodi)

A Celulose Irani participa desde março de 2010 do Projeto de Implantação e Estruturação do Arranjo Catarinense de Núcleos de Inovação Tecnológica (PRONIT) do Instituto Euvaldo Lodi de Santa Catarina (SC), parcialmente subsidiado pelo Finep e pela Fapesc.

SENAI (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial)

Projeto “Educação para Sustentabilidade: formando um trabalhador engajado” aprovado no Edital Sesi/Senai de Inovação 2010, em andamento. Projeto em parceria com o SESI de Florianópolis (SC) e que conta com a participação do comitê de sustentabilidade da IRANI.

UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul)

Projeto “Desenvolvimento de uma pesquisa sobre os efeitos ambientais do manejo do Pínus elliotti no Rio Grande do Sul”. Nesse estudo, avaliam-se os seguintes aspectos do manejo dessa espécie: potencial de dispersão, potencial alelopático, sequestro de carbono em florestas resinadas e levantamento de espécies associadas às florestas de Pínus.

UnC (Universidade do Contestado)

Estudo da Ictiofauna desenvolvido no reservatório da Pequena Central Hidroelétrica (PCH) Flor do Mato em Ponte Serrada (SC), município próximo ao parque fabril de Vargem Bonita, para estabelecer um Índice de Qualidade Integrado (IQ). O estudo iniciou em janeiro de 2008 e analisou a quantidade de espécies de peixes existentes no reservatório Flor do Mato usando populações de peixes como bioindicadores para avaliar a qualidade da água.

Univille (Universidade da Região de Joinville)

Realização do concurso Meu I Royalty. Promovido em parceria com a loja digital Meu Móvel de Madeira, a iniciativa propôs aos estudantes de design desenvolver uma cadeira com 20 estampas diferentes. A equipe vencedora terá o pagamento de 4% dos royalties sobre as vendas do produto durante o primeiro ano de comercialização.

Para cooperação científica e tecnológica entre em contato com o nosso Núcleo de Inovação por meio do e-mail inovacaooaberta@irani.com.br.

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