Irani

18/08/2017

Parcerias que geram valor

A Irani sempre buscou desenvolver formas de mitigar ou compensar suas emissões, tanto que foi a primeira empresa do Brasil a certificar o inventário de GEE (Gases de Efeito Estufa), de acordo com a norma internacional ISO 14.064. Em 2017, recebeu a recertificação como empresa Carbono Neutro.

Em março de 2015, após anos de pesquisa, a companhia encontrou na GTNH a possibilidade de realizar uma parceria para viabilizar um novo projeto. Com a iniciativa, haveria a possibilidade de garantir sobrevida aos resíduos da caldeira e evitar a emissão de gás metano no aterro da Irani.



A caldeira HPB é alimentada por biomassa e resíduos florestais em substituição ao combustível fóssil. Durante o processo de queima são emitidos gases de combustão e partículas. Para reter o material particulado e controlar as emissões atmosféricas, a Celulose Irani instalou um sistema de lavagem de gases na chaminé da caldeira, destinado à retenção úmida de partículas oriundas dessa combustão. Pela ação de chuveiros, a água é pulverizada para reter todo material particulado que o gás arrasta, gerando como resíduo sólido a cinza grossa.

Com investimentos de aproximadamente R$ 7 milhões, a empresa GTNH instalou uma planta no município de Vargem Bonita (SC), em um local que anteriormente era ocupado por uma madeireira. Nessa planta, os resíduos (cinzas grossas) gerados pela caldeira de biomassa passam por processamento e transformam-se em briquetes de carvão vegetal, denominados comercialmente de Carvão Ecomais. O produto é mais compacto, econômico, ecológico e sua queima tem chamas limpas e sem fumaça. Portanto, pode substituir com eficiência o gás, a energia elétrica, o carvão mineral e a lenha.

Antes, quando deslocadas para o aterro, as cinzas geravam uma despesa em torno de R$ 30,00/tonelada. Atualmente, além de evitar esse custo, geram uma receita de R$ 0,46/tonelada para a Irani. Em 2016, ainda em fase inicial, a GTNH processou, aproximadamente, 2.182 toneladas de carvão evitando a emissão de 33,85 t/CO2eq. A expectativa do projeto é processar 100% das cinzas da caldeira, produzir 45 toneladas de carvão vegetal por dia, gerar 60 postos de trabalho e prolongar em cinco anos a vida útil deste aterro.

A iniciativa está alinhada ao tripé da sustentabilidade, já que no quesito ambiental evita a destinação de resíduos para aterro e todos os impactos ambientais decorrentes dessa ação (como emissão de metano) – além de prolongar o ciclo de vida da matéria. No que se refere aos resultados sociais, gera empregos e renda em uma região considerada carente de oportunidades. Por fim, no âmbito econômico resulta em receita para a Irani, para a GNTH e para os funcionários contratados.

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