For 85 years, we have continued to evolve with consistency, guided by sustainable choices and by the people who make every step possible.

Watch the celebratory video that reinforces and reflects a bit of our journey

We have built every step of our history with responsible decisions and the ability to mature over time.

Mais de 85 anos passados a limpo

Mais de 8 décadas de infinitas memórias requer precisão. Nos textos que você lê a seguir, há um conjunto suficiente de palavras para compor um glossário próprio da Irani. Simplicidade, ética, transparência, empreendedorismo, inovação, pessoas, clientes. Vocábulos assim estão no dia a dia da empresa desde os seus primórdios. Um deles, em especial: pioneirismo. Muito antes de a pauta ambiental entrar de vez na rotina das grandes organizações, o conceito de sustentabilidade já tomava corpo para a Irani. Um negócio que vai além da manufatura de papel e embalagem. Uma busca incessante por semear relações para colher prosperidade.

Navegue pela nossa trajetória e reviva conosco os principais marcos desses anos de história.

1941

1951

1961

1971

1981

1991

2001

2011

2021

A epopeia dos desbravadores

No começo da década de 1940, uma expedição comandada por Alfredo Fedrizzi desbravou Santa Catarina e Paraná atrás de terras com abundância de pinheirais para construir uma fábrica de papel.

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Registros 1941 a 1950

1941: Documento histórico sobre nossa fundação

1941: Primeira marca da Irani

1942: Construção do primeiro prédio da Unidade Fabril Vargem Bonita

1942: Vargem Bonita - Equipe contratada para a construção da estrada de acesso à fábrica

1942: Vargem Bonita - Primeiro caminhão transportando madeira

1943: Vargem Bonita - Primeira máquina a vapor

1944: Vargem Bonita - Vista geral da fábrica

1945: Usina Flor do Mato

1945: Irani no Correio do Povo

1946: Máquina de Papel I

1946: Vargem Bonita - Campina da Alegria

1946: Primeira autoclave de cavacos

1948: Vargem Bonita - Unidade Fabril Papel - Escolha de papel

1948: Vargem Bonita - Saída do turno de trabalho

Anos 1950: Ônibus que levava as funcionárias para a fábrica de Vargem Bonita

Uma década de superação
no cenário de euforia

Duas palavras marcaram os anos 1950 no Brasil: euforia e otimismo. Esse sentimento de confiança em um futuro promissor se baseou, em parte, no crescimento econômico em nível global registrado após o término da Segunda Guerra Mundial. Mas também foi impulsionado pela construção da nova capital federal, Brasília, concluída no início da década posterior.

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Registros 1951 a 1960

1951: Tubulação Salto Flor do Mato

1952: Aparas de madeira

1953: Máquina de Papel I

Uma fase de transição antes
da expansão dos negócios

Nos anos 1960, a indústria de papel e celulose brasileira avançava com lentidão em direção ao futuro. Tanto que, em meados da década, o BNDE produziu um estudo para diagnosticar quais eram as principais dificuldades do setor.

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Registros 1961 a 1970

Anos 60: Entrada da fábrica de Vargem Bonita

Anos 60: Fábrica de Vargem Bonita

1961: Contagem manual de papel

1965: Nevasca

1967: Nevasca

1969: Máquina de Papel I

1970: Fábrica de Vargem Bonita

1970: Ano que marcou a saída de Alfredo Fedrizzi, na foto acompanhado de Maria

Novos horizontes se
abrem para a Irani

A indústria papeleira iniciou a década de 1970 em ascensão, impulsionada pelas políticas de incentivo adotadas nos anos anteriores. Essa evolução se traduziu em números – entre 1957 e 1973, o aumento da produção de celulose havia sido de quase sete vezes, ao passo que o consumo interno tinha crescido 3,5 vezes, propiciando que as empresas se voltassem para o mercado externo.

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Registros 1971 a 1980

Anos 70: Descascador de madeira

Anos 70: Usina Flor do Mato

1971: Operação da Máquina de Papel I

1971: Operação da Máquina de Papel I

1972: Trabalhadores de Vargem Bonita

1973: Viveiro na unidade de Vargem Bonita

1975: Nasce uma floresta, registro sobre as florestas do RS que mais tarde passariam a ser da Irani

1975: Unidade Fabril de Vargem Bonita

1975: Fábrica de Vargem Bonita

1976: Hospital e Maternidade Flor de Maria

Avanços em meio
à instabilidade
da “década perdida”

Ao longo da década de 1980, a indústria papeleira passou por um processo de consolidação, ao mesmo tempo que investia fortemente para modernizar a infraestrutura e aumentar a produtividade. Em termos de gestão, o período assinalou o início de uma tendência de profissionalização dos cargos de administração das empresas.

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Registros 1981 a 1990

Anos 80: Usina Hidroelétrica São Luiz

Anos 80: Esteira de cavacos

Anos 80: Construção da caldeira gaza

1980: Campina Redonda e Maderil

1981: Fábrica de pasta mecânica Cristo Rei

1982: Fábrica de Vargem Bonita

1983: 1ª SIPAT na unidade de Vargem Bonita

1983: Recuperação de produtos químicos

1985: Campina da Alegria

1986: Primeiro forno Brobby

1986: Campina da Alegria

1986: Construção de gerador na Flor do Mato

1988: Vargem Bonita - Unidade fabril de madeiras

1989: Campina da Alegria - Inauguração do CTG Espora de Prata, seguindo a tradição gaúcha da família Fedrizzi

Fim de um século,
início de um ciclo

Fundado em 1967, o Grupo Habitasul, de Porto Alegre, buscava diversificar os negócios na primeira metade da década de 1990. Na época, tinha como principais áreas de atuação os empreendimentos imobiliários e de hotelaria e turismo.

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Registros 1991 a 2000

1992: Vista áerea da Vila da Campina da Alegria

1994: O Grupo Habitasul adquire o controle da Irani Papel e Embalagem

1997: Santana do Parnaíba - Unidade fabril de embalagens inaugurada em 1997

1999: Rio Negrinho - Unidade fabril de móveis

1999: Vídeo institucional - Irani Anos 90

2000: Vargem Bonita - Inaugurada a Máquina de Papel V na Campina da Alegria

2000: Renovação da marca da Irani

A consolidação de
uma nova Irani

A primeira década do século 21 marcou a consolidação da nova fase da Irani, após a incorporação da empresa ao Grupo Habitasul. Em 2004, ela alcançou a liderança no mercado nacional de papel de baixa gramatura (35 a 60g/m²).

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Registros 2001 a 2010

2001: Vargem Bonita - Unidade fabril de embalagens, inaugurada em 2000

2001: Vila da Campina da Alegria

2002: São José do Norte - Unidade fabril de madeiras, inaugurada em 2002

2005: Divulgação do primeiro Balanço Social referente a 2004

2005: Unidade fabril de papel em Vargem Bonita

2006: Irani se torna a 2ª empresa do setor no mundo e a 1ª no Brasil a ter créditos de carbono emitidos pelo Protocolo de Kyoto

2006: Recuperação de produtos químicos/Brobby III nas unidades de Vargem Bonita

2006: Comemoração Irani 65 anos

2006: Primeira participação da Irani na FISPAL (Feira Internacional da Alimentação)

2007: Campina da Alegria - Centro Cultural da Irani

2007: Divulgação do primeiro Relatório de Sustentabilidade, referente a 2006

2007: Planta de Evaporação de Licor Negro

2007: Incorporação da unidade Resina, em Balneário Pinhal

2008: Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) da Estação de Tratamento de Efluentes (ETE) é aprovado pela ONU

2008: inauguração da unidade de embalagem em Indaiatuba

2008: Montagem da onduladeira na Embalagem em Vargem Bonita

2009: Reconstrução do silo, destruído pelo vendaval de 2009

Reportagem BBC - Cuidado com o clima, com participação da Irani

Reportagem BBC - Cuidado com o clima - Parte 2, com participação da Irani

Anos 2000: Encontrada a 1ª máquina da Irani, a caldeira utilizada na construção da fábrica em Vargem Bonita

Do dever de casa
ao círculo virtuoso

No começo da década de 2010, a Irani alcançou a terceira posição no mercado de papel ondulado no Brasil com a aquisição da São Roberto, com fábricas em São Paulo e Minas Gerais.

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Registros 2011 a 2020

2011: 1ª máquina da Irani restaurada e instalada como monumento na entrada da fábrica de Vargem Bonita

2011: Teatro em comemoração aos 70 anos da Irani

2013: Campina da Alegria - Desaguadora de celulose

2020: renovação da marca Irani

2020: Follow-on da Irani

2020: Lançamento do contador de chapas

2020: Lançamento do portfólio de projetos de expansão, a Plataforma Gaia

2020: Gaia I – Expansão da Recuperação de Químicos e Utilidades

2020: Gaia II – Expansão Embalagem SC

2020: Primeira edição do programa de conexão com startups Irani Labs

Horizonte promissor

Corria o início da década de 1940 quando Alfredo Fedrizzi liderou uma expedição em busca de florestas com abundância de pinheirais. O objetivo? Construir uma fábrica de papel. Era uma tentativa ousada de diversificar os negócios da Vinícola Riograndense, de Caxias do Sul. Depois de percorrer campos no Paraná e em Santa Catarina, o martelo foi batido por uma área do Meio Oeste catarinense. Nos recônditos de Várzea Bonita, escondia-se uma floresta de araucárias perfeita para o início da produção. Havia um horizonte bem delineado para Irani.

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Registros Anos 2021 a 2026

2021: Andamento da Plataforma Gaia

Estabelecidos compromissos de Sustentabilidade até 2030

2022: Record revenue of BRL 1.6 billion, driven by strong packaging demand—the highest in its history—and net income of BRL 285.3 million.

2022: launch of Irani Ventures and its first investment

2022: Gaia II — new corrugator and new printing machine begin operations

2022: Gaia VIII — startup of the new die-cutting printing machine

2023: Completion of Gaia I

2024: Gaia IX — installation of Intermediate Stock Automation

2025: Launch of the Strategic Decarbonization Plan aligned with the SBTi

2025: Gaia X — startup of the new FFG Dual Slotter printer

2026: Gaia XI — completion of the MP#5 rebuild

2026: 20th edition of the Sustainability Report

2026: Early release of the first IFRS Sustainability Report

2026: Start of Gaia XII — expansion of the Paper Unit in Minas Gerais

2026: Neos Platform — announcement of the new investment cycle

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Andamos juntos

Confira abaixo depoimentos que refletem nossa história.

“Por volta de 1956 ou 1957, introduzi as primeiras mudas de pinus insignes e araucárias. Conforme íamos cortando, plantávamos mais pinheiros. Quando saí de lá, em 1971, deixei plantadas mais de 10 milhões de árvores, incluindo pinheiros-brasileiros, pinus elliotti, taeda e eucalipto.”

Alfredo Fedrizzi (1908-1990)
Fundador da Irani

“Tradicionalmente, as empresas têm foco no cliente, mas nós ‘perseguimos o foco do cliente’, o que significa olharmos na mesma direção que o cliente olha. Desse modo, estamos mais capacitados a usar nossa expertise para melhorar o negócio dele.”

Péricles de Freitas Druck
Fundador do Grupo Habitasul

“Poucas empresas conseguem aliar mecanismos inteligentes de estímulo ao crescimento econômico com ações em favor do meio ambiente. Para nós, a obtenção dos créditos de carbono pelo Protocolo de Kyoto representou uma oportunidade de sair do discurso e ir para a prática. A gente foi lá e fez.”

Péricles Pereira Druck
Presidente do Conselho de Administração da Irani e do Grupo Habitasul

Produção e edição dos textos: República – Agência de Conteúdo (Paulo César Teixeira e Ricardo Lacerda)  |  Design By Aldeia